Video Shack e Canal Curta! Firmam Parceria para Produção de Recursos Acessibilidade Audiovisual

Video Shack e Canal Curta! Firmam Parceria para Produção de Recursos Acessibilidade Audiovisual

A Video Shack, firmou uma parceria com o Canal Curta! para produção de recursos de acessibilidade audiovisual nos projetos aprovados pelo canal.

 

Em 2017 já haviam sido oferecidas condições especiais para as produtoras que contratassem os serviços de acessibilidade na Video Shack. Segundo o diretor do Laboratório, Ricardo Langer, o sucesso da parceria foi grande, e houve interesse em renovar a parceria em 2018.

 

Os recursos de acessibilidade Janela de Libras, Closed Captions, Legendas Descritivas, e Audiodescrição, são obrigatórios para as linhas PRODAV 1, PRODAV 2 e PRODAV 6 da Ancine/FSA.

 

Os benefícios oferecidos na parceria Video Shack & Curta! são descontos no valor do serviço e prioridade no prazo de entrega.

 

Saiba mais em: 

http://www.videoshack.com.br/acessibilidade-para-tv-cinema-audiodescricao-closed-caption-e-libras/

VIDEO SHACK PRODUZ ACESSIBILIDADE AUDIOVISUAL DO FESTIVAL CINE.EMA 2018

VIDEO SHACK PRODUZ ACESSIBILIDADE AUDIOVISUAL DO FESTIVAL CINE.EMA 2018

Em parceria com a Caju Produções, estamos realizando a produção dos recursos de acessibilidade audiovisual do festival CINE.EMA 2018. O Festival de Cinema Ambiental e Sustentável do Espírito Santo, ocorrerá entre 7 e 9 de Junho de 2018. Realizado em terras capixabas desde 2015, em Burarama, o local fica na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, no sul do estado. Este ano, o festival traz ainda uma nova atração: o Cine.Eminha, uma mostra destinada ao público infantil.

Assim sendo, seremos responsáveis pelos serviços de legendagem descritiva (closed captions), audiodescrição e janela de Libras de diversas obras. Tais ferramentas são essenciais para a inclusão de milhares de cidadãos brasileiros cegos e surdos. Desse modo, os recursos permitirão que o desenvolvimento sustentável do planeta possa ser debatido por pessoas com diferentes condições e experiências de vida. Em conclusão, o cinema e o meio ambiente ganham e agradecem!

Acesse a página abaixo e saiba mais:

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Programa da Ancine viabiliza produção de acessibilidade: Libras, Audiodescrição e Closed Captions

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ANCINE lança programa de apoio para viabilizar conteúdo acessível em pequenos lançamentos

Destinado aos lançamentos com ocupação máxima de até 20 salas de cinema para acessibilidade com Libras, Audiodescrição e Closed Caption

Programa de Apoio à Distribuição de Conteúdo Acessível no Segmento de Exibição Cinematográfica 2017 visa garantir que os lançamentos de pequeno porte contem com recursos de acessibilidade para deficientes visuais e auditivos.

A acessibilidade aos portadores de deficiência visual e auditiva nas salas de cinema está prevista na Lei 13.146/2015.  Com finalidade de instituir o Estatuto da Pessoa com Deficiência, assim como consta na Instrução Normativa nº 128/2016. Assim sendo foi editada pela ANCINE em setembro, regulamentando o provimento de tecnologia assistiva.

De acordo com os comandos legais, os filmes nacionais e estrangeiros, exibidos em todo o país, devem dispor dos recursos. Assim implementando legendagem descritiva, que tem como resultado indicar, para surdos, ruídos e sons importantes para a construção da narrativa. Bem como audiodescrição, como fim de auxiliar os cegos na compreensão da mensagem, com a narração de informações visuais. Da mesma forma a Língua Brasileira de Sinais, conhecida como LIBRAS.

Também foi divulgado um termo de recomendações produzido pela Câmara Técnica instalada pela ANCINE. Além disso, participaram, juntamente com a Câmara, representantes dos segmentos de distribuição e exibição. Ao mesmo tempo foram estabelecidos parâmetros mínimos a serem observados para a distribuição e exibição do conteúdo nas salas.

Conheça nossos serviços de acessibilidade: Audiodescrição, Libras e Closed Caption

Prazo da Ancine para adaptação de salas de cinema a Libras, Closed Captions e Audiodescrição é Novembro de 2018

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A Diretoria Colegiada da ANCINE – Agência Nacional do Cinema havia prorrogado o prazo originalmente fixado em Novembro de 2017. A partir de novembro de 2018, os cinemas deverão oferecer recursos de legendagem descritiva, Audiodescrição, Libras e Closed Captions.

Com a decisão da Diretoria, foi editada a Instrução Normativa nº 137 determinando a data para o cumprimento das obrigações para o dia 16 de novembro de 2018. Também ficou determinado o dia 16 de setembro de 2019 como prazo limite para que todo o parque exibidor brasileiro ofereça os recursos de acessibilidade.

De acordo com a Instrução Normativa nº 128, as salas de exibição comercial deverão dispor de tecnologia assistiva voltada à fruição dos recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Libras – Língua Brasileira de Sinais. Os recursos devem ser providos em modalidade que permita o acesso individual ao conteúdo especial, sem interferir na fruição dos demais espectadores. Cabe ao exibidor dispor de tecnologia assistiva em todas as sessões comerciais, sempre que solicitado pelo espectador. O quantitativo mínimo de equipamentos e suportes individuais voltados à promoção da acessibilidade visual e auditiva varia em função do tamanho do complexo.

O que foi alterado pela decisão de agora diz respeito aos prazos para a adequação à nova regra. Os grupos exibidores com mais de 20 salas de cinema têm até o dia 16 de novembro de 2018 para adaptar um mínimo de 50% das suas salas aos recursos de acessibilidade. Para os grupos de menor porte, a exigência para a data citada é de 30% de suas salas. Fica determinado o dia 16 de setembro de 2019 como prazo final para que todo o parque exibidor brasileiro ofereça ao público os recursos implantados de legendagem descritiva, audiodescrição e libras.

Aos distribuidores cabe disponibilizar cópias com os recursos de acessibilidade em todas as obras audiovisuais por eles distribuídas. Neste caso, as exigências previstas no normativo já estão plenamente em vigor.

Esta norma compõe o conjunto de ações empreendido pela ANCINE voltado à promoção do acesso visual e auditivo ao conteúdo audiovisual, que inclui também a Instrução Normativa nº 116, que dispõe sobre a obrigatoriedade da apresentação de recursos de acessibilidade nos projetos financiados com recursos públicos federais gerenciados pela Agência.

Conheça nossos serviços de acessibilidade: Audiodescrição, Libras e Closed Captions.

Video Shack apoia o Programa de Incentivo da Ancine

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Distribuição de Conteúdo Acessível da Ancine

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) lançou no dia 28/05/17 o Programa de Apoio à Distribuição de Conteúdo Acessível no Segmento de Exibição Cinematográfica 2017. A iniciativa visa garantir que os lançamentos de pequeno porte contem com recursos de acessibilidade para deficientes visuais e auditivos.

A acessibilidade para deficientes visuais e auditivos nas salas de cinema está prevista na Lei 13.146/2015, que criou o Estatuto da Pessoa com Deficiência. A lei fixou um prazo máximo de quatro anos, a partir de 1º de janeiro de 2016, para que as salas de cinema brasileiras ofereçam, em todas as sessões, recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência.

Após um período de consulta pública, a Ancine editou uma instrução normativa que dispõe sobre os critérios básicos de acessibilidade visual e auditiva a serem observados pelos distribuidores e exibidores cinematográficos. As salas de cinema deverão dispor dos recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os recursos deverão ser providos na modalidade que permita o acesso individual ao conteúdo especial, sem interferir na fruição dos demais espectadores.

“O programa de apoio à distribuição de conteúdo acessível foi pensado para que todos os filmes, mesmo aqueles lançados em poucos cinemas, cheguem aos brasileiros que necessitam de tecnologia assistiva”, explicou o diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel. Segundo ele, a obrigação de acessibilidade “é uma questão civilizatória”.

O programa vai contemplar com até R$ 15 mil as empresas distribuidoras de filmes nacionais ou estrangeiros com ocupação máxima de até 20 salas de cinema. Os apoios serão destinados às obras, nacionais ou estrangeiras, a serem exibidas comercialmente até 30 de junho de 2018.

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) lançou no dia 28/05/17 o Programa de Apoio à Distribuição de Conteúdo Acessível no Segmento de Exibição Cinematográfica 2017. A iniciativa visa garantir que os lançamentos de pequeno porte contem com recursos de acessibilidade para deficientes visuais e auditivos.

Os recursos terão que ser utilizados exclusivamente para a execução de serviços de legendagem, legendagem descritiva, Libras e audiodescrição. Os pedidos deverão ser feitos em nome das distribuidoras, ou da empresa produtora que esteja distribuindo diretamente a obra, com a exigência de que estejam com o cadastro regularizado na Ancine.

A acessibilidade para deficientes visuais e auditivos nas salas de cinema está prevista na Lei 13.146/2015, que criou o Estatuto da Pessoa com Deficiência. A lei fixou um prazo máximo de quatro anos, a partir de 1º de janeiro de 2016, para que as salas de cinema brasileiras ofereçam, em todas as sessões, recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência.

Após um período de consulta pública, a Ancine editou uma instrução normativa que dispõe sobre os critérios básicos de acessibilidade visual e auditiva a serem observados pelos distribuidores e exibidores cinematográficos. As salas de cinema deverão dispor dos recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os recursos deverão ser providos na modalidade que permita o acesso individual ao conteúdo especial, sem interferir na fruição dos demais espectadores.

“O programa de apoio à distribuição de conteúdo acessível foi pensado para que todos os filmes, mesmo aqueles lançados em poucos cinemas, cheguem aos brasileiros que necessitam de tecnologia assistiva”, explicou o diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel. Segundo ele, a obrigação de acessibilidade “é uma questão civilizatória”.

O programa vai contemplar com até R$ 15 mil as empresas distribuidoras de filmes nacionais ou estrangeiros com ocupação máxima de até 20 salas de cinema. Os apoios serão destinados às obras, nacionais ou estrangeiras, a serem exibidas comercialmente até 30 de junho de 2018.

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) lançou no dia 28/05/17 o Programa de Apoio à Distribuição de Conteúdo Acessível no Segmento de Exibição Cinematográfica 2017. A iniciativa visa garantir que os lançamentos de pequeno porte contem com recursos de acessibilidade para deficientes visuais e auditivos.

Os recursos terão que ser utilizados exclusivamente para a execução de serviços de legendagem, legendagem descritiva, Libras e audiodescrição. Os pedidos deverão ser feitos em nome das distribuidoras, ou da empresa produtora que esteja distribuindo diretamente a obra, com a exigência de que estejam com o cadastro regularizado na Ancine.

A acessibilidade para deficientes visuais e auditivos nas salas de cinema está prevista na Lei 13.146/2015, que criou o Estatuto da Pessoa com Deficiência. A lei fixou um prazo máximo de quatro anos, a partir de 1º de janeiro de 2016, para que as salas de cinema brasileiras ofereçam, em todas as sessões, recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência.

Após um período de consulta pública, a Ancine editou uma instrução normativa que dispõe sobre os critérios básicos de acessibilidade visual e auditiva a serem observados pelos distribuidores e exibidores cinematográficos. As salas de cinema deverão dispor dos recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os recursos deverão ser providos na modalidade que permita o acesso individual ao conteúdo especial, sem interferir na fruição dos demais espectadores.

“O programa de apoio à distribuição de conteúdo acessível foi pensado para que todos os filmes, mesmo aqueles lançados em poucos cinemas, cheguem aos brasileiros que necessitam de tecnologia assistiva”, explicou o diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel. Segundo ele, a obrigação de acessibilidade “é uma questão civilizatória”.

O programa vai contemplar com até R$ 15 mil as empresas distribuidoras de filmes nacionais ou estrangeiros com ocupação máxima de até 20 salas de cinema. Os apoios serão destinados às obras, nacionais ou estrangeiras, a serem exibidas comercialmente até 30 de junho de 2018.

Os recursos terão que ser utilizados exclusivamente para a execução de serviços de legendagem, legendagem descritiva, Libras e audiodescrição. Os pedidos deverão ser feitos em nome das distribuidoras, ou da empresa produtora que esteja distribuindo diretamente a obra, com a exigência de que estejam com o cadastro regularizado na Ancine.

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Video Shack renova contrato em 2017 com a direção de jornalismo da Band para digitalização de acervo de fitas

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A Direção de Jornalismo da BAND Rio renovou em Janeiro de 2017 o contrato com a Video Shack para digitação do acervo de fitas da década de 1980 nos formatos U-Matic e Betacam-SP fabricados pela Sony, e das décadas de 1990 e 2000 no formato DVCPro fabricado pela Panasonic. Esta é a segunda fase do projeto de migração digital baseada em arquivos de vídeo “file based workflow”, e viabilizará a implantação do CEDOC digital integrado ao sistema de gestão MAM (Media Asset Management).

O conteúdo do material perfaz um total aproximado de 1.100 horas de imagens, onde há preciosidades da Década de Ouro do futebol carioca com entrevistas exclusivas do Zico no Clube de Regatas do Flamengo. O acervo também contém imagens de uma época triste da Cidade Maravilhosa, quando a violência urbana ocupava as manchetes dos telejornais com a onda de sequestros e invasões de favelas.

Segundo Ricardo Langer, diretor da Video Shack, a renovação do contrato foi um passo importante para a emissora, que investe e valoriza na preservação de seu  acervo em meio digital, para as futuras gerações. “Após a higienização e digitalização das fitas, o acervo será catalogado e classificado durante a implantação do CEDOC, afirma Langer.






 

Video Shack realiza cobertura do Prêmio Petrobras de Jornalismo 2015

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Na noite do dia 24 de maio de 2016, a Video Shacke steve presente na Sala Cecília Meireles no Rio de Janeiro. Nossa equipe, composta por 11 profissionais, incluindo diretor de produtor e diretor de imagens, foi a responsável pela direção e cobertura de imagens da entrega dos troféus do Prêmio Petrobras de Jornalismo 2015.

Os 34 vencedores foram eleitos por uma comissão julgadora que avaliou mais de 1.255 trabalhos nacionais e internacionais vindos de todas as regiões do país.

A Video Shack em nome de nossos colaboradores parabeniza os jornalistas e fica honrada em ter participado do evento que premia a imprensa e reconhece a importância da informação no cotidiano da sociedade brasileira.









 

Video Shack Inaugura Estúdio de Acessibilidade para Gravação de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e Audiodescrição

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Com a crescente demanda por conteúdo audiovisual com acessibilidade, para atender à portaria nº 310, de junho de 2006, do Ministério das Comunicações, que exige “recursos de acessibilidade, para pessoas com deficiência, na programação veiculada nos serviços de radiodifusão de sons e imagens e de retransmissão de televisão”, a Video Shack investiu em dois novos estúdios para gravação de LIBRAS (Lingua Brasileira de Sinais) para deficientes auditivos e AUDIODESCRIÇÃO para deficientes visuais.

Além dos investimentos em infraestrutura técnica, também foram recrutados roteiristas especializados em audiodescrição, intérpretes de LIBRAS e audiodescritores.

O Diretor Técnico da Video Shack, Ricardo Langer, está otimista com o potencial de crescimento deste segmento, ainda pouco divulgado no mercado audiovisual carioca.


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Palestra Drones: Produção Audiovisual Sem Limites por Ricardo Langer

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Os drones estão sacudindo o mercado mundial de áudio e vídeo. A multiplicidade de ângulos e ambientes que podem ser captados com alta qualidade e baixo investimento seduzem milhares de produtores todos os anos. Quais são as aplicações mais indicadas? Quais são os limites destas soluções? No que elas precisam melhorar?

Estas foram algumas das perguntas a respondidas na palestra ministrada por Ricardo Langer, piloto profissional de drones na Video Shack. O debate foi realizado durante o Congresso Panorama Audiovisual 2015, no Centro de Convenções São Paulo Expo, entre os dias 27 e 29 de Maio de 2015. O evento foi um sucesso de público, e já tem data marcada para 2016

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O departamento de jornalismo da BAND Rio assinou contrato com a Video Shack para digitação do acervo de fitas analógicas nos formatos U-Matic e Betacam-SP. Esta é  primeira fase do projeto de migração digital baseada em arquivos de vídeo “file based workflow”, e viabilizará a implantação posterior de um CEDOC digital integrado ao sistema de gestão MAM (Media Asset Management).

O conteúdo do material perfaz um total aproximado de 600 horas de imagens dos anos 80 e 90, onde há preciosidades da Década de Ouro do futebol carioca com entrevistas exclusivas do Zico no Clube de Regatas do Flamengo. O acervo também contém imagens de uma época triste da Cidade Maravilhosa, quando a violência urbana ocupava as manchetes dos telejornais com a onda de sequestros e invasões de favelas.