Libras – Acessibilidade Audiovisual – Brasil 5º maior produtor audiovisual do mundo

Libras – Acessibilidade Audiovisual – Brasil 5º maior produtor audiovisual do mundo

Libras no Mundo Audiovisual

Seguindo os objetivos do Ministério da Cultura, de transformar o Brasil em um dos 5 maiores produtores audiovisuais do mundo, entrando na seleta lista onde Índia, Nigéria, Estados Unidos e China estão na frente, é muito importante estarmos atentos a inclusão dos deficientes auditivos. Segundo Censo do IBGE de 2010, somam cerca de 9,7 milhões de pessoas. Desses, 2.147.366 milhões apresentam deficiência auditiva severa, situação em que há uma perda entre 70 e 90 decibéis (dB). E destes, um milhão são jovens até 19 anos.

A previsão deste acontecimento é, em média 10 anos. Segundo o Ministro da Cultura Sá Leitão, a ampliação do potencial audiovisual no País deverá se dar por meio do aproveitamento integral dos recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).

A força e a potência econômica das atividades culturais, principalmente a audiovisual como economia criativa, representa 2,64% do PIB nacional — no caso do Rio de Janeiro, representa mais de 4% —, é uma das dez maiores atividades econômicas do Brasil e gera um milhão de empregos diretos.

Acessibilidade Audiovisual para Deficientes Auditivos

Libras é uma sigla e significa Língua Brasileira de Sinais. São formas gestuais utilizadas na comunicação de deficientes auditivos, onde é possível também a comunicação em geral com pessoas que não possuem a deficiência.

Sua origem foi baseada na linguagem de sinais francesa e em outros conjuntos de sinais existentes no mundo inteiro.

Cada país tem a sua própria língua de sinais, assim como a língua falada, dependendo da cultura do local e das expressões e regionalismos utilizados na linguagem comum, ela é aplicada.

Formada por diferentes níveis linguísticos, tais como sintaxe, semântica, morfologia, etc, ela possui uma grande diferença que é a percepção visual-espacial e a modalidade de articulação.

Desafios da inserção de Janelas de Libras nos projetos Audiovisuais

Hoje, Libras está oficializado como o segundo idioma brasileiro, de acordo com a Lei n°10.436/2002. A falta de intérpretes ainda é desafio para inclusão com acessibilidade audiovisual, o que significa proporcionar aos deficientes auditivos meios para aprender e se desenvolver da mesma maneira dos demais. Diante deste fato, a Video Shack buscou estar bem preparada, com interpretes profissionais para atender esta demanda.

Empresas e profissionais produtores de programas de TV ou audiovisual (Cinema), devem estar atentos às leis vigentes e as possíveis perdas econômicas de seus produtos, caso estejam fora da fatia dos quase 10 milhões de espectadores surdos, que necessitam de acesso a cultura.

Saiba mais sobre nossos serviços de acessibilidade audiovisual: roteiro, produção em estúdio, edição e finalização para TV em cópias XDCAM, cópias de Depósito Legal na Cinemateca Brasileira e CTAV e Cinema com a conversão para DCP – Digital Cinema Package, nas modalidades Libras, Audiodescrição e Closed Captions.

A acessibilidade audiovisual para surdos ainda é um desafio. Essa parcela da população ainda enfrenta dificuldades para conseguir realizar atividades cotidianas. A professora de Libras do INES – Instituto Nacional de Educação de Surdos, Renata Rezende, que é surda, diz que um dos principais problemas é a falta de intérpretes.

Precisa inserir Janelas de Libras em seus projetos? Clique aqui e fale conosco.

Audiodescrição – Faixas narrativas adicionais incluindo consumidores

Audiodescrição – Faixas narrativas adicionais incluindo consumidores

Acessibilidade e inclusão

Em um mundo com mudanças constantes, assistimos a evolução da acessibilidade audiovisual. Uma combinação que inclui todas as pessoas.

Audiodescrição no mundo

Atualmente, a acessibilidade nos meios de comunicação está em pauta em todo o mundo, sendo que em alguns países como Alemanha, Reino Unido, França, Espanha, Estados Unidos e Uruguai a audiodescrição aparece com mais evidência em cinemas, teatros, museus, programas de televisão e DVDs.

O primeiro estudo sobre Audiodescrição, foi em uma tese de pós-graduação “Master of Arts“, da Universidade de São Francisco em 1975.
Festivais de cinema como o Festival de Cine de Pamplona, Festival Iberoamericano de Cine de Huelva e o Festival de Cine de Móstoles, oferecem em suas sessões o recurso da audiodescrição.
Na televisão espanhola, a TVE foi o primeiro canal a disponibilizar o recurso. Hoje, o Canal Sur e o TV3 utilizam o sistema.

Audiodescrição em Portugal

A introdução formal de audiodescrição no contexto televisivo português foi em 1 de Dezembro de 2003, com a exibição de A Menina da Rádio (1944, Artur Duarte) e A Canção de Lisboa (1933, José Cottinelli Telmo). Finalmente, a RTP promoveu uma emissão especial com audiodescrição de um episódio da série de ficção A Ferreirinha (2004), transmitida na noite de 15 de Outubro de 2004.

Audiodescrição no Brasil

No Brasil, em 2003, a história da audiodescrição estreia no festival internacional de cinema, o Assim Vivemos, que trata sobre pessoas com deficiências; todos os filmes do festival têm acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva. Em 2004, na Universidade Federal da Bahia, é criado o grupo de pesquisa Tradução e Mídia , que, em 2005, passa a chamar-se Tradução e Mídia e Audiodescrição. Em 02 de dezembro do mesmo ano, é publicado o Decreto 5.296. Em 31 de outubro de 2005, a Associação Brasileira de Normas Técnicas publica norma sobre “Acessibilidade em Comunicação na Televisão”; o Ministério das Comunicações promove consulta pública sobre os requisitos técnicos necessários para a promoção da acessibilidade para pessoas com deficiência na programação das TVs abertas brasileiras.
Começam as discussões entre o Ministério das Comunicações, empresários das comunicações e diversos setores da sociedade brasileira sobre a audiodescrição, com vistas a sua legalização.

No primeiro semestre de 2006, representantes da Associação Brasileira de Radiodifusores, Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, Fundação Roquete Pinto, Coordenadoria Nacional para Integração das Pessoas Portadoras de Deficiência, Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência e da União Brasileira de Cegos se reúnem com o Ministério das Comunicações em audiência pública para discutirem as sugestões recebidas na consulta do ano anterior. Em 27 de junho, o Ministério das Comunicações publica a Portaria 310 (Brasil, 2010) e oficializa a Norma Complementar nº01, que estabelece os recursos de acessibilidade, na programação da televisão, com seu cronograma de implantação.

Atualmente, alguns festivais de cinema tais como o Festival de Gramado, o Festival Internacional Curta Cinema e o próprio Festival Assim Vivemos, exibem sessões com acessibilidade e audiodescrição. As emissoras de TV aberta contam com programação acessível incluindo os recursos de audiodescrição e closed captions, atendendo exigências legais do Ministério das Comunicações e da Ancine.

Audiodescrição no cinema

Tudo começou com ensaios em sessões especiais, agendadas para o lançamento de DVDs, sessões de carácter privado e/ou experimental em Associações e Escolas, com produtos comerciais ou com materiais desenvolvidos por profissionais ou amadores com interesse na área.

Audiodescrição no teatro e nas artes performativas

Da mesma maneira começou, lentamente, pois não existiam muitos profissionais com formação específica nesta área e o grau de dificuldade para criação dos serviços de acessibilidade ao vivo era muito grande, foram poucas as peças de teatro, dança ou concertos a subir ao palco com soluções de comunicação alternativa, e muito menos com audiodescrição.

Hoje em dia, podemos observar cada vez mais o uso de inclusão social com recursos de acessibilidade audiovisual no Brasil para aplicações em TV, cinema e teatro.
A Video Shack faz a produção do serviço completo de roteiro, gravação e mixagem de audiodescrição para filmes, cinema, programas de televisão, seriados, comerciais de TV e espetáculos teatrais ao vivo, exposições e museus. Além disso, também para vídeos corporativos e institucionais.

Fitas VHS e fitas de filmadoras antigas – Enfim, você ainda possui?

Fitas VHS e fitas de filmadoras antigas – Enfim, você ainda possui?

Conheça o mundo das Fitas de Vídeo, similarmente mídias históricas e sua evolução.

As Fitas VHS e Fitas de Filmadoras de Vídeo, surgiram com força por volta de então 1976, assim enfim, popularizando o mercado de filmagens amadoras.  Antes disso, portanto em meados de 1969 foi surgindo, embora em 1971 foi comercializado o formato U-Matic, sobretudo criado para facilitar o processo de filmagem, contudo não era de uso doméstico.

Filmadoras acima de tudo, antigas

Além disso, formatos antigos de armazenamento de vídeo

Desde a criação e uso dos filmes de 16 mm, que eram materiais de suporte que davam muito trabalho, pois a gravação deveria ser revelada e montada, após todo o processo de captação das imagens, enfim as mídias vem se dividindo entre analógicas e digitais.

Também existem as diferentes versões, sendo fitas magnéticas e discos ópticos. Tanto fitas como discos possuem os formatos analógico e digital.

Várias siglas em suas diferentes evoluções, existiram desde então:

Fitas de Filmadoras Analógicas:

1. U-Matic – 1969

2. Betamax – 1975

3. VHS – 1976

4. VHS-C – 1982

5. Betacam – 1982

6. Video8 ou 8mm – 1985

7. S-VHS – 1987

8. Hi8 – 1989

9. W-VHS – 1994

Você conhece o Video Cassete?

Fitas VHS e Fitas de Filmadoras Antigas

Video Cassete e a Fita VHS

Se você nasceu depois da década de 90, porque provavelmente não conhece, ou nunca precisou deste equipamento que antecedeu, DVD, Blu-ray, Pen Drive, HD externos e Cloud Computing, com os famosos You tube, Vimeo, Netflix, surpreendentemente, você pode conhecer alguns modelos de fitas.

Fitas de filmadoras Digitais:

1. D1 – 1986

2. D3 – 1991

3. Digital Betacam – 1993

4. DV – 1995

5. HDCAM – 1997

6. D-VHS – 1998

7. Digital8 – 1999

8. MicroMV – 2001

9. HDV – 2003

JVC-Camcorder

Filmadora Digital – JVC GY-HM150U Compact Handheld 3-CCD Camcorder

Saiba como Converter, Digitalizar ou transformar a Fita VHS para DVD:

Para a digitalização de Fitas VHS antigas, é necessário ter uma placa de captura (interna ou externa). Além disso, um computador com processador de, pelo menos, 2 GHz, 512 MB de memória RAM, um HD com cerca de 80 GB livres e uma placa de vídeo de 64 MB ou superior.

Também é preciso ter um video cassete em bom estado, por que a qualidade da conversão para arquivos digitais ou mídias físicas, como DVD, dependerá da conservação da fita e também da leitura do cabeçote do aparelho.

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Live Web Streaming Web Rádio – XX Jornada Nacional de Imunizações SBIm

Live Web Streaming Web Rádio – XX Jornada Nacional de Imunizações SBIm

Prestação de Serviço de Live Web Streaming Web Rádio

Entre os dias 26 e 29 de setembro no Windsor Oceânico Hotel – Barra da Tijuca, a Video Shack fez a transmissão ao vivo da XX Jornada Nacional de Imunizações. A transmissão foi no formato Live Web Streaming Web Rádio e foi promovido pela SBIm – Sociedade Brasileira de Imunizações. 

A SBIm, há 20 anos trabalhando pelas imunizações e qualidade de vida, contratou os serviços de transmissão ao vivo via web streming, para a internet e redes sociais em geral.

web streaming web radio

O objetivo da SBIm é de auxiliar na atualização científica, reciclagem profissional, elaboração de calendários e manuais, atuação junto aos órgãos públicos, participação nas decisões do Programa Nacional de Imunizações (PNI), regulamentação da atividade, respeito à ética e, fundamentalmente, a valorização permanente das vacinas como ferramenta vital em saúde pública.

Web Streaming Web Rádio

O Serviços de transmissão Live Web Streaming Web Rádio é realizado online ao vivo pela internet e é direcionado à cobertura de eventos, workshops, palestras, seminários, feiras e congressos.

A SBIm montou uma Web Rádio no evento para transmissão e contou com os recursos da Video Shack.

Gostou deste evento? Tem interesse em usar este serviço? Acesse a página e conheça todo o processo: Clique aqui – Live Web Streaming

Legendagem – Uma breve história

Legendagem – Uma breve história

Legendagem Historia

A conversão do cinema silencioso para o sonoro no Brasil na passagem para a década de 1930 pode ser mais bem definida como a adoção sistemática da projeção de filmes sonorizados mecânica e sincronicamente como padrão comercial do circuito cinematográfico exibidor nacional. Este processo não foi breve nem simples, mas longo e complexo, envolvendo ainda alterações significativas nos modos de distribuição, exibição e recepção das cópias de filmes estrangeiros. O artigo analisa, através de pesquisa na imprensa da época, como a legendagem foi introduzida e se consolidou em meio a
inúmeros procedimentos experimentados para se apresentar de forma compreensível e atraente ao público brasileiro os filmes originalmente falados em inglês.
Palavras-chave: Cinema silencioso, cinema sonoro, distribuição de filmes, legendagem,
dublagem

A recepção da dublagem e da legendagem no Brasil

Como já foi mencionado acima a dublagem e a legendagem são os dois tipos de tradução audiovisual que dominam no circuito do entretenimento brasileiro. A dublagem consiste em traduzir todo material auditivo da língua estrangeira para a língua materna suprimindo o som das vozes originais e adicionando outras vozes no lugar. Ele é o método mais popular, pois os espectadores acabam esquecendo que o programa no qual estão assistindo não é do seu país de origem. 

A legendagem consiste em manter o áudio original e colocar na parte inferior central da tela um texto condensado com tudo que está sendo dito e informações extras que são relevantes para o entendimento da narrativa.

A popularidade da legendagem no Brasil não passa nem perto daquela usufruída pela dublagem, na verdade está acontecendo um movimento que praticamente está exigindo a totalização da dublagem dos programas no cinema e na televisão brasileira.

legendagem

É necessária a realização de uma pesquisa mais extensiva deste tipo de recepção no Brasil, contudo a imprensa nacional já vem destacando o fenômeno desde o início do presente ano. Em 14 de junho de 2012 a Revista Época publicou dois artigos sobre o assunto, um intitulado “A dublagem venceu as legendas” e o outro intitulado “Abaixo a dublagem”. São artigos que abordam o tema criticamente com perspectivas totalmente opostas; enquanto o primeiro assume um ponto de vista positivo o outro considera o fenômeno como sendo extremamente negativo para o público brasileiro tanto de cinema quanto de programação televisionada (aberta ou a cabo). Ambos descrevem com dados alarmantes a sublimação da legendagem na programação audiovisual em todo o território nacional. O artigo escrito por Tonia Machado e Danilo Venticinque explica como o aumento do fluxo da população de classe C aos cinemas e a possibilidade de compra de pacotes de programação na televisão a cabo no Brasil vem inundando os circuitos com material dublado.

Para exemplificar Machado e Venticinque afirmam que: A estreia de Os vingadores, o principal lançamento do ano até agora, mostra essa mudança em números. Das 1.152 cópias do filme lançadas no Brasil, 673 eram dubladas. O filme superou os R$ 110 milhões de faturamento, a maior bilheteria da história dos cinemas brasileiros. (MACHADO e VENTICINQUE, 2012).

Dois meses antes dessa afirmação Doris Miranda já havia publicado informação semelhante no jornal Correio da Bahia. Ela diz que Quem tem TV por assinatura em casa já percebeu a proliferação de filmes e séries dubladas em quase todos os canais. O mesmo vem acontecendo no cinema. Antes restritas ao público infantil, as cópias sem legendas agora são voltadas também para adolescentes e adultos.

A CONSOLIDAÇÃO DA LEGENDAGEM

Apesar das experiências iniciais da Paramount com a dublagem em português
realizada em Nova York, EUA, e com as refilmagens, inclusive em português,
em Joinville, na França, a legendagem acabou por se tornar o procedimento
dominante para a distribuição dos filmes falados no Brasil. Das três alternativas, era certamente a menos dispendiosa, assim como a que provocava menos rejeição junto aos críticos e fãs, segundo se apreende nos comentários da imprensa da época.
Ao longo de 1931, tornando-se mais raros os anúncios de versões silenciosas
ou filmes apenas parcialmente falados, a revista Mensageiro Paramount passava a esclarecer quando se tratava do lançamento de um filme todo falado, mas com títulos explicativos em português ou todo explicado por legendas

Legendagem no Brasil

Dentre os estudos de Tradução Audiovisual, a legendagem cada vez mais ganha espaço no Brasil.
A maioria dos estudos de legendagem até o presente momento são estudos de caso.

A LEGENDAGEM NO BRASIL: O SURGIMENTO DE UM MERCADO.

Dentro de uma pesquisa relacionada à análise de aspectos da tradução
de um filme ou programa de TV, faz-se necessário saber onde exatamente
surgiu a legenda como mais um segmento da tradução e, em que momento ela
migra do cinema para TV.

ASPECTOS TÉCNICOS DA LEGENDAGEM

A linguagem audiovisual traz peculiaridades relacionadas aos tipos de
códigos mostrados em seus materiais: o linguístico e o visual, que não se
dissociam e dependem um do outro para a compreensão da mensagem. Neste
sentido, a legenda se apresenta como uma das modalidades definidas por
Bergmann e Lisboa (2008) da tradução audiovisual.

A legenda fechada

A legenda fechada possui também uma subclassificação proposta por
Santiago (2002). Pode ser do tipo rotativo, onde as linhas sobem da parte
inferior da tela, as palavras surgem da esquerda para a direita e são usadas
em programas ao vivo; pode também ser do tipo pop-on, onde as frases ou
sentenças surgem como um todo (e não palavra por palavra), ficando
temporariamente na tela. Este último tipo de legenda é usado em programas
pré-gravados e assemelha-se muito às legendas abertas.

A confecção do closed caption é feita em um estenógrafo
computadorizado. O profissional que desempenha a função de operar esse
software é o estenotipista. O teclado utilizado (chamado estenotipo) possui 24
teclas, sendo igual aos teclados usados pelos taquígrafos em tribunais. Neste
processo, as palavras são digitadas pelos seus sons, não pela sua ortografia,
segundo Robson (apud SANTIAGO, 2002).

A legenda aberta

Etapas e procedimentos
Os padrões adotados para a feitura de legendas no Brasil variam de
estúdio para estúdio, tipo de mídia ou meio de veiculação.
Mas existem procedimentos que são comuns no processo. Bergmann e
Lisboa (2008) dividem o processo de legendagem em três etapas. A primeira
etapa consiste em uma primeira visualização do material, quando o tradutor
tomará notas a respeito do texto original, seguida da divisão do roteiro em
unidades de tradução, de forma a facilitar o trabalho do tradutor.

Considerações finais
Ao contar a breve história da legendagem no Brasil, dando ênfase na
confecção e todo o processo de tradução que se passa por trás desse
mercado, permitiu-se ter a compreensão de como se aplica a teoria da
tradução no trabalho feito pelo legendista.

Propaganda Eleitoral do PSB com Acessibilidade Audiovisual – Molon

Propaganda Eleitoral do PSB com Acessibilidade Audiovisual – Molon

A pedido do Deputado Alessandro Molon, a Video Shack foi contratada para produzir os filmes de propaganda eleitoral do TRE para a campanha do PSB. Todos os candidatos foram gravados no estúdio com chroma-key, e finalizados com Janela de Libras.

propaganda eleitoral

 De acordo com a RESOLUÇÃO TSE 23.457/2015. Art. 36. § 4º a implementação obrigatória de Acessibilidade Audiovisual, com língua brasileira de sinais (Libras) e recursos de legendas descritivas nas campanhas, foi determinada pela Lei nº 13.146/2015, arts. 67 e 76, § 1º, inciso III. Com mais de 70 candidatos na campanha, a produção dos filmes para entrega dentro do prazo estipulado pelas emissoras só foi viável graças ao plantão com intérpretes de Libras disponíveis no estúdio da Video Shack. As gravações foram feitas quase que simultaneamente. Após a gravação os filmes foram editados, finalizados e copiados em mídia XDCAM, que é o formato padrão broadcast para entrega e exibição na TV.

propaganda eleitoral

  “Pelo fato de sermos uma finalizadora com toda a infraestrutura de produção necessária, conseguimos atender a esta demanda urgente sem problemas de gargalos e sem atrasos nas entregas, pois não foi necessário terceirizar nenhuma etapa do processo: Estúdio, câmeras, iluminação, acessibilidade, edição e finalização”, afirma Ricardo Langer, diretor da Video Shack.

propaganda eleitoral
propaganda eleitoral
Eleições 2018 – Propaganda Eleitoral com Intérpretes de Libras e Audiodescrição

Eleições 2018 – Propaganda Eleitoral com Intérpretes de Libras e Audiodescrição

VIDEO SHACK monta plantão para propaganda eleitoral com intérpretes de Libras e Audiodescritores na campanha 2018.

Estamos próximos das Eleições para presidente, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Por isso, fique atento as datas: primeiro turno no dia 7 de outubro e segundo turno dia 28 de outubro.

PROPAGANDA ELEITORAL COM INTÉRPRETES DE LIBRAS E AUDIODESCRITORES

Uma vez que o desempenho dos candidatos depende do uso do Marketing Político é importante seguir e observar as leis.  Sem dúvida a propaganda eleitoral com intrépretes de Libras, Closed Caption e Audiodescrição é uma das mais importantes.

Propagandas e divulgação nas eleições 2018

São realizadas ações e práticas para que o candidato tenha sua imagem divulgada junto ao eleitor. Portanto, vários recursos de divulgação como envio de mensagens por WhatsApp, SMS, Voz e postagens em redes sociais, são disponibilizados. Com toda a certeza, a divulgação mais tradicional em TV e rádio permanece e a acessibilidade audiovisual deve ser adicionada. Em resumo, vídeos de propaganda político-partidária e eleitoral de forma gratuita são veiculados.

Entende-se por propaganda política toda atividade que vise diretamente promover candidaturas, seja atividade dos candidatos.

Já a propaganda eleitoral é aquela voltada à população em geral com o intuito de propagar o nome e a candidatura de determinado postulante ao pleito.

Também temos o termo propaganda partidária, com a finalidade de divulgação dos ideais, programas e propostas dos partidos políticos.

Consta na RESOLUÇÃO TSE 23.457/2015. Art. 36. § 4º a implementação obrigatória de Acessibilidade Audiovisual, com língua brasileira de sinais (Libras), recursos de legendas descritivas e audiodescrição nas campanhas. Lei nº 13.146/2015, arts. 67 e 76, § 1º, inciso III

Esta demanda para recursos de acessibilidade audiovisual, obrigatórios na propaganda eleitoral gratuita do TSE, aumentou muito após implementação da lei. Fato este que mobilizou a equipe da Video Shack para conseguir atender aos prazos urgentes exigidos pelas produtoras. Vamos montar um plantão com intérpretes de Libras e Audiodescritores, que ficarão à disposição no estúdio de gravação. Dessa forma será possível viabilizar a finalização de cópias de última hora, para entrega nas emissoras.

Ricardo Langer, diretor da Video Shack, comenta a decisão para a criação do plantão de acessibilidade audiovisual:

Sem este plantão, seria praticamente impossível conseguir entregar os filmes de propaganda eleitoral com intérpretes de Libras e audiodescrição. Tudo deve ser antecipado para a entrega dentro do horário limite determinado pelas emissoras.

Os horários do plantão ainda estão sendo definidos, assim como o rodízio de turnos dos intérpretes de Libras e audiodescritores.  Todos irão estar à disposição das produtoras que contratarem o pacote de serviços de acessibilidade audiovisual com a Video Shack. O pacote inclui: Janela de Libras, Audiodescrição e Closed Captions, além da finalização dos recursos no filme e preparação do arquivo dentro das normas e padrões broadcasting.

Maiores informações: Acesse aqui a página de Acessibilidade Audiovisual

Contato: atendimento@videoshack.com.br

Telefone: 21 2540-7910

PROPAGANDA ELEITORAL COM INTÉRPRETES DE LIBRAS E AUDIODESCRITORES
Audiodescrição Ao Vivo Para Teatro

Audiodescrição Ao Vivo Para Teatro

A Video Shack está ampliando sua atuação em acessibilidade audiovisual, e passa a oferecer o serviço de audiodescrição ao vivo para teatro a partir de Junho de 2018.

O recurso de Audiodescrição ao vivo para Teatro permite que deficientes visuais escutem a descrição de peças teatrais. A princípio, todo o processo se dá através de fones de ouvido, assim ampliando a demanda dos espetáculos.

Dessa forma, todos os detalhes são informados aos espectadores. A fim de passar figurinos, ambientação, posição dos atores no palco, objetos cênicos, iluminação, fisionomia das personagens e demais detalhes. Afinal estes itens não são perceptíveis apenas através dos diálogos, a não ser que sejam descritas por um profissional especializado. Em outras palavras, o audiodescritor, que transmite a narração à plateia, através de dispositivos sem fio, passa toda a sensação da peça, fazendo o deficiente visual, viajar na história, como todos os outros presentes. Não perca tempo e mergulhe neste universo fantástico da acessibilidade com Audiodescrição ao vivo para teatro.
Audiodescrição ao vivo para teatro

Em resumo, são técnicas aprimoradas, com uma equipe de audiodescritores certificados pelo Instituto Benjamin Constant – RJ. Desse modo, o serviço inclui a descrição não apenas da obra teatral em si, mas também do público, quantidade de espectadores, como estão vestidas, como se comportam, e onde estão sentadas. Além disso, também é possível que os deficientes façam um tour tátil ao palco, para tocarem nos objetos cênicos, e andarem no palco para terem a noção da largura e profundidade.

Audiodescrição ao vivo para teatro

As etapas são as seguintes:

1) A produção da peça entra em contato com a equipe de acessibilidade da Video Shack;

2) O briefing do espetáculo é discutido, e define-se quantas sessões com audiodescrição serão produzidas;

3) A Video Shack recebe o script final da peça;

4) Agenda-se o ensaio geral com o audiodescritor, que deve ter autorização para filmar a peça inteira. A filmagem será utilizada na elaboração do roteiro de audiodescrição;

5) Quando o roteiro fica pronto, agenda-se um consultor de audiodescrição ao vivo para teatro, que é um profissional cego, especializado para fazer os ajustes finais no roteiro;

6) O roteiro de audiodescrição é repassado com o diretor da peça;

7) Define-se as datas das sessões ao vivo com audiodescrição, para locação dos radiotransmissores;

8) No dia e horário marcado, o audiodescritor comparece ao teatro, e faz a narração de dentro da cabine técnica de som no teatro.

Maiores informações na página: Audiodescrição – Acessibilidade Audiovisual

Video Shack e Canal Curta! Firmam Parceria para Produção de Recursos Acessibilidade Audiovisual

Video Shack e Canal Curta! Firmam Parceria para Produção de Recursos Acessibilidade Audiovisual

A Video Shack, firmou uma parceria com o Canal Curta! para produção de recursos de acessibilidade audiovisual nos projetos aprovados pelo canal.

 

Em 2017 já haviam sido oferecidas condições especiais para as produtoras que contratassem os serviços de acessibilidade na Video Shack. Segundo o diretor do Laboratório, Ricardo Langer, o sucesso da parceria foi grande, e houve interesse em renovar a parceria em 2018.

 

Os recursos de acessibilidade Janela de Libras, Closed Captions, Legendas Descritivas, e Audiodescrição, são obrigatórios para as linhas PRODAV 1, PRODAV 2 e PRODAV 6 da Ancine/FSA.

 

Os benefícios oferecidos na parceria Video Shack & Curta! são descontos no valor do serviço e prioridade no prazo de entrega.

 

Saiba mais em: 

http://www.videoshack.com.br/acessibilidade-para-tv-cinema-audiodescricao-closed-caption-e-libras/

VIDEO SHACK PRODUZ ACESSIBILIDADE AUDIOVISUAL DO FESTIVAL CINE.EMA 2018

VIDEO SHACK PRODUZ ACESSIBILIDADE AUDIOVISUAL DO FESTIVAL CINE.EMA 2018

Em parceria com a Caju Produções, estamos realizando a produção dos recursos de acessibilidade audiovisual do festival CINE.EMA 2018. O Festival de Cinema Ambiental e Sustentável do Espírito Santo, ocorrerá entre 7 e 9 de Junho de 2018. Realizado em terras capixabas desde 2015, em Burarama, o local fica na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, no sul do estado. Este ano, o festival traz ainda uma nova atração: o Cine.Eminha, uma mostra destinada ao público infantil.

Assim sendo, seremos responsáveis pelos serviços de legendagem descritiva (closed captions), audiodescrição e janela de Libras de diversas obras. Tais ferramentas são essenciais para a inclusão de milhares de cidadãos brasileiros cegos e surdos. Desse modo, os recursos permitirão que o desenvolvimento sustentável do planeta possa ser debatido por pessoas com diferentes condições e experiências de vida. Em conclusão, o cinema e o meio ambiente ganham e agradecem!

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