Audiodescrição – Faixas narrativas adicionais incluindo consumidores

Audiodescrição – Faixas narrativas adicionais incluindo consumidores

Acessibilidade e inclusão

Em um mundo com mudanças constantes, assistimos a evolução da acessibilidade audiovisual. Uma combinação que inclui todas as pessoas.

Audiodescrição no mundo

Atualmente, a acessibilidade nos meios de comunicação está em pauta em todo o mundo, sendo que em alguns países como Alemanha, Reino Unido, França, Espanha, Estados Unidos e Uruguai a audiodescrição aparece com mais evidência em cinemas, teatros, museus, programas de televisão e DVDs.

O primeiro estudo sobre Audiodescrição, foi em uma tese de pós-graduação “Master of Arts“, da Universidade de São Francisco em 1975.
Festivais de cinema como o Festival de Cine de Pamplona, Festival Iberoamericano de Cine de Huelva e o Festival de Cine de Móstoles, oferecem em suas sessões o recurso da audiodescrição.
Na televisão espanhola, a TVE foi o primeiro canal a disponibilizar o recurso. Hoje, o Canal Sur e o TV3 utilizam o sistema.

Audiodescrição em Portugal

A introdução formal de audiodescrição no contexto televisivo português foi em 1 de Dezembro de 2003, com a exibição de A Menina da Rádio (1944, Artur Duarte) e A Canção de Lisboa (1933, José Cottinelli Telmo). Finalmente, a RTP promoveu uma emissão especial com audiodescrição de um episódio da série de ficção A Ferreirinha (2004), transmitida na noite de 15 de Outubro de 2004.

Audiodescrição no Brasil

No Brasil, em 2003, a história da audiodescrição estreia no festival internacional de cinema, o Assim Vivemos, que trata sobre pessoas com deficiências; todos os filmes do festival têm acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva. Em 2004, na Universidade Federal da Bahia, é criado o grupo de pesquisa Tradução e Mídia , que, em 2005, passa a chamar-se Tradução e Mídia e Audiodescrição. Em 02 de dezembro do mesmo ano, é publicado o Decreto 5.296. Em 31 de outubro de 2005, a Associação Brasileira de Normas Técnicas publica norma sobre “Acessibilidade em Comunicação na Televisão”; o Ministério das Comunicações promove consulta pública sobre os requisitos técnicos necessários para a promoção da acessibilidade para pessoas com deficiência na programação das TVs abertas brasileiras.
Começam as discussões entre o Ministério das Comunicações, empresários das comunicações e diversos setores da sociedade brasileira sobre a audiodescrição, com vistas a sua legalização.

No primeiro semestre de 2006, representantes da Associação Brasileira de Radiodifusores, Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, Fundação Roquete Pinto, Coordenadoria Nacional para Integração das Pessoas Portadoras de Deficiência, Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência e da União Brasileira de Cegos se reúnem com o Ministério das Comunicações em audiência pública para discutirem as sugestões recebidas na consulta do ano anterior. Em 27 de junho, o Ministério das Comunicações publica a Portaria 310 (Brasil, 2010) e oficializa a Norma Complementar nº01, que estabelece os recursos de acessibilidade, na programação da televisão, com seu cronograma de implantação.

Atualmente, alguns festivais de cinema tais como o Festival de Gramado, o Festival Internacional Curta Cinema e o próprio Festival Assim Vivemos, exibem sessões com acessibilidade e audiodescrição. As emissoras de TV aberta contam com programação acessível incluindo os recursos de audiodescrição e closed captions, atendendo exigências legais do Ministério das Comunicações e da Ancine.

Audiodescrição no cinema

Tudo começou com ensaios em sessões especiais, agendadas para o lançamento de DVDs, sessões de carácter privado e/ou experimental em Associações e Escolas, com produtos comerciais ou com materiais desenvolvidos por profissionais ou amadores com interesse na área.

Audiodescrição no teatro e nas artes performativas

Da mesma maneira começou, lentamente, pois não existiam muitos profissionais com formação específica nesta área e o grau de dificuldade para criação dos serviços de acessibilidade ao vivo era muito grande, foram poucas as peças de teatro, dança ou concertos a subir ao palco com soluções de comunicação alternativa, e muito menos com audiodescrição.

Hoje em dia, podemos observar cada vez mais o uso de inclusão social com recursos de acessibilidade audiovisual no Brasil para aplicações em TV, cinema e teatro.
A Video Shack faz a produção do serviço completo de roteiro, gravação e mixagem de audiodescrição para filmes, cinema, programas de televisão, seriados, comerciais de TV e espetáculos teatrais ao vivo, exposições e museus. Além disso, também para vídeos corporativos e institucionais.

Eleições 2018 – Propaganda Eleitoral com Intérpretes de Libras e Audiodescrição

Eleições 2018 – Propaganda Eleitoral com Intérpretes de Libras e Audiodescrição

VIDEO SHACK monta plantão para propaganda eleitoral com intérpretes de Libras e Audiodescritores na campanha 2018.

Estamos próximos das Eleições para presidente, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Por isso, fique atento as datas: primeiro turno no dia 7 de outubro e segundo turno dia 28 de outubro.

PROPAGANDA ELEITORAL COM INTÉRPRETES DE LIBRAS E AUDIODESCRITORES

Uma vez que o desempenho dos candidatos depende do uso do Marketing Político é importante seguir e observar as leis.  Sem dúvida a propaganda eleitoral com intrépretes de Libras, Closed Caption e Audiodescrição é uma das mais importantes.

Propagandas e divulgação nas eleições 2018

São realizadas ações e práticas para que o candidato tenha sua imagem divulgada junto ao eleitor. Portanto, vários recursos de divulgação como envio de mensagens por WhatsApp, SMS, Voz e postagens em redes sociais, são disponibilizados. Com toda a certeza, a divulgação mais tradicional em TV e rádio permanece e a acessibilidade audiovisual deve ser adicionada. Em resumo, vídeos de propaganda político-partidária e eleitoral de forma gratuita são veiculados.

Entende-se por propaganda política toda atividade que vise diretamente promover candidaturas, seja atividade dos candidatos.

Já a propaganda eleitoral é aquela voltada à população em geral com o intuito de propagar o nome e a candidatura de determinado postulante ao pleito.

Também temos o termo propaganda partidária, com a finalidade de divulgação dos ideais, programas e propostas dos partidos políticos.

Consta na RESOLUÇÃO TSE 23.457/2015. Art. 36. § 4º a implementação obrigatória de Acessibilidade Audiovisual, com língua brasileira de sinais (Libras), recursos de legendas descritivas e audiodescrição nas campanhas. Lei nº 13.146/2015, arts. 67 e 76, § 1º, inciso III

Esta demanda para recursos de acessibilidade audiovisual, obrigatórios na propaganda eleitoral gratuita do TSE, aumentou muito após implementação da lei. Fato este que mobilizou a equipe da Video Shack para conseguir atender aos prazos urgentes exigidos pelas produtoras. Vamos montar um plantão com intérpretes de Libras e Audiodescritores, que ficarão à disposição no estúdio de gravação. Dessa forma será possível viabilizar a finalização de cópias de última hora, para entrega nas emissoras.

Ricardo Langer, diretor da Video Shack, comenta a decisão para a criação do plantão de acessibilidade audiovisual:

Sem este plantão, seria praticamente impossível conseguir entregar os filmes de propaganda eleitoral com intérpretes de Libras e audiodescrição. Tudo deve ser antecipado para a entrega dentro do horário limite determinado pelas emissoras.

Os horários do plantão ainda estão sendo definidos, assim como o rodízio de turnos dos intérpretes de Libras e audiodescritores.  Todos irão estar à disposição das produtoras que contratarem o pacote de serviços de acessibilidade audiovisual com a Video Shack. O pacote inclui: Janela de Libras, Audiodescrição e Closed Captions, além da finalização dos recursos no filme e preparação do arquivo dentro das normas e padrões broadcasting.

Maiores informações: Acesse aqui a página de Acessibilidade Audiovisual

Contato: atendimento@videoshack.com.br

Telefone: 21 2540-7910

PROPAGANDA ELEITORAL COM INTÉRPRETES DE LIBRAS E AUDIODESCRITORES
VIDEO SHACK PRODUZ ACESSIBILIDADE AUDIOVISUAL DO FESTIVAL CINE.EMA 2018

VIDEO SHACK PRODUZ ACESSIBILIDADE AUDIOVISUAL DO FESTIVAL CINE.EMA 2018

Em parceria com a Caju Produções, estamos realizando a produção dos recursos de acessibilidade audiovisual do festival CINE.EMA 2018. O Festival de Cinema Ambiental e Sustentável do Espírito Santo, ocorrerá entre 7 e 9 de Junho de 2018. Realizado em terras capixabas desde 2015, em Burarama, o local fica na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, no sul do estado. Este ano, o festival traz ainda uma nova atração: o Cine.Eminha, uma mostra destinada ao público infantil.

Assim sendo, seremos responsáveis pelos serviços de legendagem descritiva (closed captions), audiodescrição e janela de Libras de diversas obras. Tais ferramentas são essenciais para a inclusão de milhares de cidadãos brasileiros cegos e surdos. Desse modo, os recursos permitirão que o desenvolvimento sustentável do planeta possa ser debatido por pessoas com diferentes condições e experiências de vida. Em conclusão, o cinema e o meio ambiente ganham e agradecem!

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Prazo da Ancine para adaptação de salas de cinema a Libras, Closed Captions e Audiodescrição é Novembro de 2018

Prazo da Ancine para adaptação de salas de cinema a Libras, Closed Captions e Audiodescrição é Novembro de 2018

A Diretoria Colegiada da ANCINE – Agência Nacional do Cinema havia prorrogado o prazo originalmente fixado em Novembro de 2017. A partir de novembro de 2018, os cinemas deverão oferecer recursos de legendagem descritiva, Audiodescrição, Libras e Closed Captions.

Com a decisão da Diretoria, foi editada a Instrução Normativa nº 137 determinando a data para o cumprimento das obrigações para o dia 16 de novembro de 2018. Também ficou determinado o dia 16 de setembro de 2019 como prazo limite para que todo o parque exibidor brasileiro ofereça os recursos de acessibilidade.

De acordo com a Instrução Normativa nº 128, as salas de exibição comercial deverão dispor de tecnologia assistiva voltada à fruição dos recursos de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Libras – Língua Brasileira de Sinais. Os recursos devem ser providos em modalidade que permita o acesso individual ao conteúdo especial, sem interferir na fruição dos demais espectadores. Cabe ao exibidor dispor de tecnologia assistiva em todas as sessões comerciais, sempre que solicitado pelo espectador. O quantitativo mínimo de equipamentos e suportes individuais voltados à promoção da acessibilidade visual e auditiva varia em função do tamanho do complexo.

O que foi alterado pela decisão de agora diz respeito aos prazos para a adequação à nova regra. Os grupos exibidores com mais de 20 salas de cinema têm até o dia 16 de novembro de 2018 para adaptar um mínimo de 50% das suas salas aos recursos de acessibilidade. Para os grupos de menor porte, a exigência para a data citada é de 30% de suas salas. Fica determinado o dia 16 de setembro de 2019 como prazo final para que todo o parque exibidor brasileiro ofereça ao público os recursos implantados de legendagem descritiva, audiodescrição e libras.

Aos distribuidores cabe disponibilizar cópias com os recursos de acessibilidade em todas as obras audiovisuais por eles distribuídas. Neste caso, as exigências previstas no normativo já estão plenamente em vigor.

Esta norma compõe o conjunto de ações empreendido pela ANCINE voltado à promoção do acesso visual e auditivo ao conteúdo audiovisual, que inclui também a Instrução Normativa nº 116, que dispõe sobre a obrigatoriedade da apresentação de recursos de acessibilidade nos projetos financiados com recursos públicos federais gerenciados pela Agência.

Conheça nossos serviços de acessibilidade: Audiodescrição, Libras e Closed Captions.